Não surge mais uma palavra sequer.
Ventos novos te trazem
por caminhos desconhecidos.
Será você?
Aquele que ronda meus sonhos,
que ronda meus desejos,
que me observa sem que eu veja.
Não nasce mais uma palavra sequer...
A angústia assombra
e assusta versos prontos dos meus pensamentos.
Ela rouba o ar que me mantem viva
enquanto te leio,
será você?
Escuro, secreto.
Me vê?
Ama o silencio igual a mim.
Porém, diga,
mostre, deixe-me ver teus olhos.
Faça-me ver o que ninguém vê.
Faça-me sentir o que jamais senti.
Faça brotar novamente as palavras,
adormecidas, enquanto desperto.
28.02.2012
Ventos novos te trazem
por caminhos desconhecidos.
Será você?
Aquele que ronda meus sonhos,
que ronda meus desejos,
que me observa sem que eu veja.
Não nasce mais uma palavra sequer...
A angústia assombra
e assusta versos prontos dos meus pensamentos.
Ela rouba o ar que me mantem viva
enquanto te leio,
será você?
Escuro, secreto.
Me vê?
Ama o silencio igual a mim.
Porém, diga,
mostre, deixe-me ver teus olhos.
Faça-me ver o que ninguém vê.
Faça-me sentir o que jamais senti.
Faça brotar novamente as palavras,
adormecidas, enquanto desperto.
28.02.2012





