Numa noite escura infinda
de estrelas dormentes,
por detrás da chuva,
me vejo em teus braços
com olhos fechados.
De olhos fechados,
parecendo estar em minha frente,
sinto teu cheiro.
Sinto tua o calor de tua boca
próximo.
O escuro do meu quarto
te chama em minha mente.
A luz baixa
grita te buscando
de qualquer lugar onde está.
Te sequestra pra dormir
junto a mim
nos meu sonhos.
Todas as noites.
Rabiscar versos á tinta
e á luz da lua,
escondida por nuvens finas.
Traços de lembranças,
sem qualquer pudor vem
e vão e vem e vão,
constantemente.
Vão, retornam, te encontram,
sussurram tua voz até o amanhecer.
A caneta dança solta
com o papel na penumbra doce
das quatro paredes.
Ela espera o ponto final
dos versos que recordam teus beijos quentes.
Dos versos felizes ao ver teu sorriso
e daqueles que ainda te esperam.
de estrelas dormentes,
por detrás da chuva,
me vejo em teus braços
com olhos fechados.
De olhos fechados,
parecendo estar em minha frente,
sinto teu cheiro.
Sinto tua o calor de tua boca
próximo.
O escuro do meu quarto
te chama em minha mente.
A luz baixa
grita te buscando
de qualquer lugar onde está.
Te sequestra pra dormir
junto a mim
nos meu sonhos.
Todas as noites.
Rabiscar versos á tinta
e á luz da lua,
escondida por nuvens finas.
Traços de lembranças,
sem qualquer pudor vem
e vão e vem e vão,
constantemente.
Vão, retornam, te encontram,
sussurram tua voz até o amanhecer.
A caneta dança solta
com o papel na penumbra doce
das quatro paredes.
Ela espera o ponto final
dos versos que recordam teus beijos quentes.
Dos versos felizes ao ver teu sorriso
e daqueles que ainda te esperam.
18.02.2012

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