O som do desapego.
Uma chama de calor acesso.
O ruído breve perfeito.
Um silêncio de amantes.
Mãos dadas na multidão.
Abraços longos, sinceros.
A saudade do tempo.
O fervor do sentimento.
Palavras poucas no ar.
O gesto do desejo.
A volta brusca do sorriso.
O caminhar do impressiso.
Braços abertos... voar.
Olhares extasiados de alegria.
Vida viva.
Viva vida,
em sóis que racham.
Todo dia.
Espera-se a hora.
A hora de esquecer.
A hora de nunca mais esquecer.
De se libertar.
Gritar ao mundo suas vontades.
De amar.
29.09.2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Quando eu fico em silêncio
o menino: você nem me ama mais..
a menina: eu? quando eu disse isso?
o menino: teu silêncio disse.
Meu silêncio não fala nada. Meu silêncio diz tudo.
Não diz se amo, se deixo de amar. Se esqueço, se lembro a cada segundo,se ainda espero ou se desisti de tudo.
Meu silêncio não diz se estou triste ou se a maior alegria da minha vida é que me consome, também não diz o porque de não voltar atrás, nem se é o que deveria ser feito... se é pra frente, sempre, que se deve olhar, ou se ir vivendo o presente é o que importa.
Meu silêncio não diz nada disso, e diz, ao mesmo tempo.
Meu silêncio diz quais são as pessoas que realmente me amam, que se importam realmente comigo. Meu silêncio mostra quem é quem. Mostra quais as lembranças as pessoas guardam da minha presença em minha ausência. Mostra quem tem estas lembranças e me lembra que as lembra.
Meu silêncio diz muito mais do que muitas palavras explicam.
Meu silêncio corrige alguns erros, e a outros os erra ainda mais. Relembra passados e os deseja estar bem longe.
Sim, meu silêncio faz tudo isso.
E mais...
Meu silêncio não diz se ainda o amo, ou se o havia deixado de amar.
Meu silêncio não diz que por eu estar em silêncio nunca mais queira conversar.
Meu silêncio não diz que palavras ditas tenham falsidade depois de gestos não tão bem quistos.
Meu silêncio não diz que, por apesar de desistir, eu não tenha vontade de voltar a trás e tentar mais uma vez.
Meu silêncio não diz que por eu estar em silêncio queria dizer que eu não exista mais, que eu tenha esquecido de tudo (muitas vezes querendo esquecer mesmo), Não diz que se algumas pessoa morreram, as que um dia foram minha vida, precisem realmente continuar mortas.
Meu silêncio diz que devo continuar em silêncio, só assim quem for de verdade vai lembrar que existo.
É no silêncio dos outros que o meu silêncio descobre o que há por baixo das máscaras dos que já fizeram do ruído do passado, um silêncio constante e profundo o meu presente.
E ainda me culpam por isso!
20.09.2011
Aquele gaúcho
Aquele gaúcho
Calçado de botas,
Vestido de bombacha,
É o mesmo gaúcho que há meses atrás
Via transformado em uma personagem,
do qual me recordo muito bem.
Aqueles olhos.
Aquela boca num sorriso radiante,
muito difícil de esquecer.
Tê-lo visto de passagem já bastou pro meu sorriso nascer.
Me viu também,
cumprimentou,
cumprimentei,
felicidade...
Aquele gaúcho, aquele de palcos,
encenando ou realmente vivendo,
sempre em sorrisos, ou olhos vibrantes
fazendo juz ao seu vestir,
é o mesmo gaúcho
que meu querer quer perto mim sentir.
20.09.2011
ESCRITO POR: Catiana Mara Andreolla
EDITADO POR: Bruna Isabela Daniel
Calçado de botas,
Vestido de bombacha,
É o mesmo gaúcho que há meses atrás
Via transformado em uma personagem,
do qual me recordo muito bem.
Aqueles olhos.
Aquela boca num sorriso radiante,
muito difícil de esquecer.
Tê-lo visto de passagem já bastou pro meu sorriso nascer.
Me viu também,
cumprimentou,
cumprimentei,
felicidade...
Aquele gaúcho, aquele de palcos,
encenando ou realmente vivendo,
sempre em sorrisos, ou olhos vibrantes
fazendo juz ao seu vestir,
é o mesmo gaúcho
que meu querer quer perto mim sentir.
20.09.2011
ESCRITO POR: Catiana Mara Andreolla
EDITADO POR: Bruna Isabela Daniel
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra!
É o meu Rio Grande do Sul,
céu, sol, sul, terra e cor
Onde tudo que se planta cresce
Onde tudo que se planta cresce
e o que mais floresce é o amor ♫
Neste 20 de Setembro se comemora o dia do Gaúcho.
Dia que em 1935 que se travava o primeiro combate entre farroupilhas e as tropas imperias sobre a Ponte da Azenha em Porto Alegre, com vitória farrapa que permitiu a tomada da capital.
Tem inicio ai a Revolução Farroupilha.
Movimento que se estendeu por cerca de 10 anos, com sangrentos combates.
Pela longa duração se constata a garra do povo gaúcho, mesmo com o maior
número de soldados e equipamentos das tropas imperiais. Ante o
sucesso da revolta, o império envia Luis Alves de Lima e Silva para
apaziguar o Sul.
Mesmo com as sucessivas vitórias, um fato ajudou para a
paz: o ditador Argentino Rosas que mandou emissários propondo
aliança com o líder farroupilha, David Canabarro, que respondeu-lhe com
uma patriótica declaração:
"Senhor: o primeiro de vossos soldados que transpuser a fronteira, fornecerá o sangue com que assinaremos a paz com os imperiais. Acima de nosso amor a República está nosso brio de brasileiros. Quisemos ontem a separação de nossa pátria; hoje, almejamos a sua integridade. Vossos homens, se ousarem invadir nosso país, encontrarão, ombro a ombro, os republicanos de Piratini e os monarquistas do Sr. Dom Pedro II."
Nada mais foi necessário para o acordo e o armistício ser assinado em 28 de Fevereiro de 1945.Não houve vencidos nem vencedores, mas os farrapos conseguiram o que desejavam.
"Senhor: o primeiro de vossos soldados que transpuser a fronteira, fornecerá o sangue com que assinaremos a paz com os imperiais. Acima de nosso amor a República está nosso brio de brasileiros. Quisemos ontem a separação de nossa pátria; hoje, almejamos a sua integridade. Vossos homens, se ousarem invadir nosso país, encontrarão, ombro a ombro, os republicanos de Piratini e os monarquistas do Sr. Dom Pedro II."
Nada mais foi necessário para o acordo e o armistício ser assinado em 28 de Fevereiro de 1945.Não houve vencidos nem vencedores, mas os farrapos conseguiram o que desejavam.
Fica o exemplo para a História de patriotismo e coragem de um
povo, em busca de seus ideias e causas justas!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A moça e o Guri
Em noites de lua cheia,
a moça meio solita
espera ansciosa reencontrar,
em épocas farroupilhas,
um gaúcho de bota e bombacha
que lhe faça sorrir
até se acabem os dias.
Embalada por sons de gaúchos
sob luz de estrelas grandes
rodeada da fumaça dum churrasco amigo,
saltita o coração,
brilham os pequenos olhos,
imaginando em palcos, seu guri,
com sorriso largo
para todos os cantos.
"Pare a gaita seu gaiteiro"
a moça quer descançar.
já dançou bastante
e seu guri ela quer encontrar
O dos olhos profundos e beijos calientes
gaudério novo,
de bota e bombacha
retoma sua gaita,
e com sua morena de olhos felizes,
tão leves e unidos,
trocam sonhos, desejos,
saudades e beijos.
Esperam o sol nascer...
a moça meio solita
espera ansciosa reencontrar,
em épocas farroupilhas,
um gaúcho de bota e bombacha
que lhe faça sorrir
até se acabem os dias.
Embalada por sons de gaúchos
sob luz de estrelas grandes
rodeada da fumaça dum churrasco amigo,
saltita o coração,
brilham os pequenos olhos,
imaginando em palcos, seu guri,
com sorriso largo
para todos os cantos.
"Pare a gaita seu gaiteiro"
a moça quer descançar.
já dançou bastante
e seu guri ela quer encontrar
O dos olhos profundos e beijos calientes
gaudério novo,
de bota e bombacha
retoma sua gaita,
e com sua morena de olhos felizes,
tão leves e unidos,
trocam sonhos, desejos,
saudades e beijos.
Esperam o sol nascer...
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O que faz com que você seja o que você é?
Seu dinheiro?
A casa que você tem?
As roupas que você usa?
O celular novo que você comprou?
Sua profissão?
Onde você exerce sua profissão?
O que faz com que você seja o que você é?
Onde você estuda?O bairro que você mora?
Os lugares para onde você viaja, onde passa suas férias de verão?
O número de cartões de crédito e o limite deles, que você tem?
Os lugares que você frequenta?
O que faz com que você seja o que você é?
As músicas que você ouve?Os ídolos anônimos que você tem?
As pessoas que você conhece?
Seus reais amigos?
Suas reais conquistas?
Sua vida a cada despertar?
Seu bom humor em dias cinzas?
Seu conselho?
As pessoas que você ajuda, salva de alguma coisa?
Os sacrificios que você passa para ver alguém feliz, alguém sorrir?
A importancia que você dá para um aperto de mãos, um abraço, um beijo? um simples bom dia...
Seu sorriso?
Seu olhar pro horizonte,e nao ver só o pôr do sol, mas ver também que há uma nuvem imensa de poeira, de agentes poluidores que nos matam dia-após-dia?
Sua singularidade, e o respeito da dos outros?
Sua ingenuidade, sua insanidade, sua imperfeição, só sua.
Sua leveza, sua compaixão, sua naturalidade, só sua.
Seu gesto de carinho, seu agradecimento, seu amor, por si mesmo.
O que faz com que você seja quem você é, afinal? ser você mesmo.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Dia de sol, noite de lua
Voltar a sorrir.
Voltar a sonhar.
Voltar a sentir o frio na barriga do primeiro encontro.
Voltar a ver o brilho nos olhos, e sentí-los brilhar.
Voltar a sentir calor no corpo alheio, calor de desejo, calor no frio.
Voltar a sentir o coração acelerar, bater mais forte.
Voltar a sentir num beijo, simples beijo, as mil sensações que ele provoca, fazendo o outro ter a vontade do quero mais.
Voltar a sentir-se leve ao estar nos braços de alguém, de que o mundo sempre parece parar bem naquele momento para que voce o aproveite ao máximo, como se nunca terminasse.
Voltar a abraçar forte, quase sentindo cada parte do corpo do outro, tão forte e desejável de não querer se acabar, como se não se vissem há tempos, ou que fosse a última vez que poderiam estar assim.
Voltar a abrir sorrisos de orelha a orelha, como se mais nada do resto do mundo importasse.
Voltar a sentir uma flecha rasgando o peito, lançada, desta vez, por um cupido mais sensato. Um cupido que escolheu a dedo seus alvos.
Voltar a sentir novamente aquela sensação do apaixonar-se. Apaixonar-se pelo sorriso, pelo olhar... apaixonar-se pelo abraço, pelo jeito, pela voz, pelo beijo, por estar abrindo portas para a felicidade entrar...
Voltar a ver uma lua cheia, numa noite 13 e não lembrar do lobisomem,
mas de um lindo homem.
Bobamente sorrir sozinha, não pensar em outra coisa, lembrar daqueles olhos o tempo todo, dormir feliz.
13.09.2011
Voltar a sonhar.
Voltar a sentir o frio na barriga do primeiro encontro.
Voltar a ver o brilho nos olhos, e sentí-los brilhar.
Voltar a sentir calor no corpo alheio, calor de desejo, calor no frio.
Voltar a sentir o coração acelerar, bater mais forte.
Voltar a sentir num beijo, simples beijo, as mil sensações que ele provoca, fazendo o outro ter a vontade do quero mais.
Voltar a sentir-se leve ao estar nos braços de alguém, de que o mundo sempre parece parar bem naquele momento para que voce o aproveite ao máximo, como se nunca terminasse.
Voltar a abraçar forte, quase sentindo cada parte do corpo do outro, tão forte e desejável de não querer se acabar, como se não se vissem há tempos, ou que fosse a última vez que poderiam estar assim.
Voltar a abrir sorrisos de orelha a orelha, como se mais nada do resto do mundo importasse.
Voltar a sentir uma flecha rasgando o peito, lançada, desta vez, por um cupido mais sensato. Um cupido que escolheu a dedo seus alvos.
Voltar a sentir novamente aquela sensação do apaixonar-se. Apaixonar-se pelo sorriso, pelo olhar... apaixonar-se pelo abraço, pelo jeito, pela voz, pelo beijo, por estar abrindo portas para a felicidade entrar...
Voltar a ver uma lua cheia, numa noite 13 e não lembrar do lobisomem,
mas de um lindo homem.
Bobamente sorrir sozinha, não pensar em outra coisa, lembrar daqueles olhos o tempo todo, dormir feliz.
13.09.2011
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