papel e caneta na mão.
Conto os segundos,
ansciosamente,
para o dia seguinte.
Para o segundo seguinte.
Neste vazio escuro te vejo, de novo,
E tudo denovo:
Os teus olhos reencontrando os meus,
teus braços me sustentando,
demoradamente, em abraços.
E um reabraço, pra continuar o outro...
Como não conseguir só pensar nisto?
Me diga!
Minhas palavras nestes versos dançam,
rápido.
Lembro, quero, espero.
Lembro da brisa em meu rosto,
dos passos leves no gramado,
das mãos dadas até ali...
Quero teus labios nos meus,
teu corpo no meu,
como se, pra algum sempre,
fosse meu.
Espero.
21.12.2011

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